Neste artigo (6 partes)
Resumo em 30 segundos
- O Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa e do Empreendedor é celebrado em 5 de outubro, data ligada à Lei nº 9.841, de 1999.
- Para a especialista Vivi Manzur, citada pela Revista Kdea 360, a marca pessoal não começa no Instagram e sim na identidade.
- Segundo a mesma reportagem, posicionamento é comunicar o que já existe, e não inventar uma versão mais interessante de si.
- A consultora Bia Renovato diz que a quantidade de exposição não determina a força de uma marca.
- Na foto, roupa, fundo e luz vêm depois da pergunta sobre quem você é e o que faz.
No dia 5 de outubro o Brasil celebra o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa e do Empreendedor. A data foi escolhida por causa da Lei nº 9.841, de 1999, que criou o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Nos dias seguintes, uma reportagem da Revista Kdea 360 voltou a um tema que aparece cada vez mais nas conversas de negócios: a marca pessoal começa antes das redes sociais.
O que a reportagem diz
O texto trata de empreendedores que tentam construir a comunicação de fora para dentro. A especialista Vivi Manzur afirma que “essa marca não começa no Instagram e sim na identidade”. Segundo ela, quem parte da vitrine acaba criando um personagem, e personagem é difícil de sustentar por muito tempo.
A consultora Bia Renovato vai na mesma direção. Ela diz que “a quantidade de exposição não determina a força de uma marca”. Ou seja: postar mais não resolve a falta de clareza sobre o que você faz e para quem faz.
Posicionar não é inventar outra pessoa
Uma frase da reportagem resume o ponto: “posicionamento não é inventar uma versão mais interessante de si, mas conseguir comunicar aquilo que já existe”. Ela vale para a conversa com o cliente e vale para a foto.

Um retrato bom não cria um executivo que não existe. Ela deixa visível o profissional que já trabalha, decide e atende. Quando a imagem mostra um personagem, quem olha percebe o descompasso. Na nossa leitura, isso pesa mais do que a qualidade técnica, porque a primeira impressão acontece em poucos segundos.
Para quem vai à frente da câmera, essa clareza tem efeito prático. Quando a pessoa sabe o que quer transmitir, a sessão rende mais: a direção de pose fica precisa, o enquadramento acompanha a intenção e fica mais fácil separar as fotos que servem para o LinkedIn das que servem para o site. Sem essa clareza, o ensaio vira uma sequência de poses bonitas que ninguém sabe onde usar.
A aparência vem antes das palavras
Um artigo da Comunidade Sebrae PR, de julho de 2025, escrito por uma consultora de imagem, chega a um ponto parecido. Para a autora, a imagem pessoal “não é apenas uma questão de vaidade, mas uma estratégia poderosa”. Ela lembra que a comunicação visual acontece antes de qualquer palavra e que a aparência alinhada aos valores do negócio gera mais confiança.
O artigo é opinião de quem trabalha com o tema, não pesquisa com dados. Por isso usamos a ideia como direção, sem transformar em número.
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Agendar meu ensaioTrês perguntas antes de marcar o ensaio
Antes de escolher roupa ou fundo, vale responder com calma:
- O que o seu cliente precisa entender sobre você em cinco segundos?
- Qual trabalho você quer que apareça: atendimento, produto, bastidor ou palestra?
- Você se reconhece na imagem? Se a resposta for não, a imagem está mostrando outra pessoa.
Essas respostas saem de uma conversa sobre a sua atuação. Por isso, o ensaio de posicionamento começa antes da sessão, com perguntas sobre rotina, clientes e o que você quer mudar na forma de ser visto.
Roupa, fundo e luz: a casca da identidade
Roupa, fundo e luz não definem quem você é, mas ajudam a mostrar isso com clareza. Alguns cuidados que costumam fazer diferença:
- Cores de roupa que conversam com o setor e com a rotina de quem aparece na foto.
- Fundo limpo, para o rosto ser o assunto da imagem.
- Luz de um lado só quando a intenção é firmeza, e luz mais suave quando a intenção é proximidade.
A escolha vem depois da identidade, nunca antes. Se a roupa foi comprada para parecer alguém de outro setor, a imagem mostra o desencontro, mesmo que a produção esteja perfeita.
Onde essa foto aparece
A mesma foto costuma aparecer no perfil do LinkedIn, no site da empresa, em apresentações comerciais, em matérias de imprensa e, cada vez mais, em vídeos curtos. Por isso a leitura de identidade precisa servir para todos esses lugares. Quem já sabe o que faz tem um material que se repete sem perder coerência.
Cada lugar pede um corte diferente. No LinkedIn, o rosto costuma ocupar a maior parte do quadro. Num site, pode entrar um pouco mais de corpo e de ambiente, para contar onde a pessoa trabalha. Numa palestra, o plano pode ser mais aberto. Esse é um trabalho de direção, feito com calma, e não uma regra fixa que serve para todo mundo.
Se você empreende em Goiânia e quer uma foto que combine com o que já faz, o caminho começa pela conversa e termina no estúdio, com direção de pose e mais de uma opção de foto para escolher.
Fontes
- Revista Kdea 360, Marca pessoal vem antes das redes sociais: identidade se torna ativo para quem empreende (outubro de 2026)revistakdea360.com.br
- Fecomercio, Dia do Empreendedor: comemore e saiba mais sobre a data (5 de outubro e Lei nº 9.841/1999)fecomercio.com.br
- Comunidade Sebrae PR, A imagem pessoal como alavanca para empreendedoras (artigo de julho de 2025)sebraepr.com.br
Informações conferidas em 06/10/2026. Fotos: Gabriela Franco Fotografia (Material próprio).
Gabriela Franco, fotógrafa de posicionamento de imagem e cofundadora da Aliar Marketing. Ensaios dirigidos nos três estúdios da casa, no 17º andar do Aquarius Center.
Conhecer Gabriela Franco Fotografia
Foto: Gabriela Franco Fotografia · Material próprio

