Goiânia Mostra Curtas começa dia 6: o que o festival mostra
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Goiânia Mostra Curtas começa dia 6: o que o festival mostra sobre quem grava

A 24ª Goiânia Mostra Curtas acontece de 6 a 11 de outubro no Teatro Goiânia, com 77 filmes selecionados e entrada gratuita. Para quem produz vídeo em Goiânia, o festival mostra o nível da produção local e reforça que boa captação depende de luz, som e enquadramento controlados.

AEPor Aliar Estúdios5 de outubro de 20264 min de leitura
Fachada do Teatro Goiânia, prédio art déco de cor branca com o nome no letreiro vertical, sede da 24ª Goiânia Mostra CurtasFoto: Eugenio Hansen, via Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0
Neste artigo (5 partes)
  1. O que acontece no festival
  2. O que a seleção mostra sobre a produção
  3. Quando um estúdio ajuda e quando não ajuda
  4. Três perguntas antes de decidir onde gravar
  5. Como aproveitar a semana do festival

Resumo em 30 segundos

  • A 24ª Goiânia Mostra Curtas vai de 6 a 11 de outubro de 2026, no Teatro Goiânia, com entrada gratuita.
  • O festival selecionou 77 filmes entre mais de 1.200 inscrições de todas as regiões do Brasil.
  • A seleção tem 36 ficções, 26 documentários, 9 experimentais e 6 animações, feitos em 17 estados e no Distrito Federal.
  • Há atividades gratuitas de formação: cursos, laboratórios de roteiro, aulas e rodas de conversa.
  • O que um filme parece profissional quase sempre depende do básico: luz constante, áudio limpo e fundo sem distração.

Começa na terça-feira, 6 de outubro, a 24ª Goiânia Mostra Curtas. O festival vai até 11 de outubro no Teatro Goiânia, na Rua 23, nº 252, no Centro da cidade, com entrada gratuita. Para quem grava vídeo, fotografa ou produz conteúdo em Goiânia, é uma boa semana para ver o que está sendo feito na cidade e no país.

O que acontece no festival

A organização é do Icumam Cultural, que promove o festival desde 2001, com apoio do Governo de Goiás por meio da Secretaria de Estado da Cultura. A edição de 2026 selecionou 77 filmes entre mais de 1.200 inscrições de todas as regiões do Brasil. A programação é dividida em cinco partes: a Curta Mostra Brasil, a Curta Mostra Goiás, a Curta Mostra Origens, com curtas de universitários goianos, a 23ª Mostrinha e a Curta Mostra Especial, que é não competitiva.

Além das sessões, o festival tem atividades de formação, como cursos, laboratórios de roteiro de ficção e documentário, aulas, rodas de conversa, debates e encontros com realizadores. Para quem está começando, essa parte costuma render tanto quanto os filmes, porque é onde se pergunta como a cena foi feita.

A abertura, na noite de terça-feira, homenageia Linn da Quebrada no Teatro Goiânia.

O que a seleção mostra sobre a produção

A seleção tem 36 ficções, 26 documentários, 9 filmes experimentais e 6 animações, produzidos em 17 estados e no Distrito Federal. Essa mistura mostra que curta-metragem não é um formato só. Uma ficção exige cenário, elenco e direção de arte. Um documentário depende de captação no lugar, com pouco tempo e pouco controle sobre a luz. Um filme experimental pode nascer com pouco orçamento, mas ainda precisa de imagem e som que se sustentem.

Gravação de conteúdo em um dos estúdios da Aliar Estúdios, em Goiânia, com câmera e luz controlada
Gravação em estúdio com luz e fundo controlados, o básico que os filmes do festival também precisam resolver.Foto: Aliar Estúdios · Foto própria

Em grande parte dos casos, a diferença entre um filme que parece profissional e outro que cansa o espectador está no básico: luz constante, áudio limpo, sem eco nem ruído de ventilador, e um fundo que não compete com a pessoa em cena. Esses são os pontos que a produção resolve antes de a câmera ligar, e são os mesmos que pesam no vídeo de empresa, no Reels e no depoimento de cliente.

Quando um estúdio ajuda e quando não ajuda

Um estúdio com fundo claro e luz controlável é útil quando a cena precisa de um cenário neutro, em entrevistas, depoimentos, fotos de produto e vídeos de apresentação. Ele também ajuda quando o mesmo visual precisa se repetir em vários vídeos, como acontece em séries de conteúdo e campanhas de empresa, porque a luz e o fundo ficam iguais de uma gravação para a outra.

Já um filme que depende de um lugar específico da cidade, como uma rua, uma casa antiga ou um mercado, pede gravação no local. Nesse caso o estúdio não substitui a locação. Ele pode servir para cenas de interior, closes e inserts que precisam de controle.

Vai gravar ou fotografar?Três estúdios no 17º andar do Aquarius Center, a partir de R$ 120 a hora.

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Três perguntas antes de decidir onde gravar

Antes de reservar qualquer espaço, responda: a cena precisa de fundo limpo ou o ambiente faz parte da história? A luz precisa ser a mesma do início ao fim da gravação ou o dia pode mudar? O áudio precisa de silêncio absoluto, como em uma entrevista, ou um barulho de rua pode entrar? Se a resposta for fundo limpo, luz igual e silêncio, o caminho costuma ser o estúdio. Se for ambiente real e luz natural, a rua ou o local de trabalho costuma ser melhor.

Como aproveitar a semana do festival

Se você produz conteúdo, vale assistir a pelo menos uma mostra com atenção a como o filme foi feito: quem iluminou, como o som foi captado e onde a cena foi montada. Depois, compare com o seu próximo vídeo. Na maioria das vezes, a lição é simples: antes de pensar em câmera nova, controle a luz e o fundo.

Quem precisa de um espaço com fundo claro e luz controlada em Goiânia encontra essa opção em estúdios de locação por hora. A Aliar Estúdios, no Setor Bueno, tem três estúdios de foto e vídeo no 17º andar do Ed. Aquarius Center. Se a sua gravação se encaixa no primeiro grupo de perguntas acima, vale comparar o custo de um estúdio com o de levar equipamento para um local que não foi pensado para filmar.

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AE
Aliar Estúdios

Três estúdios de foto e vídeo no 17º andar do Ed. Aquarius Center, Setor Bueno, Goiânia. Locação por hora para fotógrafos, produtoras e empresas.

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Três estúdios no 17º andar do Aquarius Center, a partir de R$ 120 a hora.

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