Google cria vídeo da sua empresa sozinho: veja como desligar
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Google cria vídeo da sua empresa sozinho: veja como desligar

O Google Ads mudou, em 21 de outubro de 2026, a regra dos vídeos de fontes aprovadas no Performance Max: o recurso passou a vir ligado e quem não quer precisa desligar. Veja o que o Google diz, o risco para quem tem vídeo antigo ou oferta vencida e o passo a passo para conferir a sua conta esta semana.

ALPor Aliar Marketing21 de outubro de 20263 min de leitura
Estúdio de gravação de vídeo da Aliar Marketing em Goiânia, com iluminação softbox e janelas redondasFoto: Aliar Marketing · uso próprio
Neste artigo (5 partes)
  1. A notícia de hoje: o Google passa a criar vídeo para sua campanha
  2. O que o Google diz sobre como funciona
  3. O que muda para a pequena empresa
  4. O que fazer esta semana
  5. Um recado sobre outra novidade de hoje

Resumo em 30 segundos

  • Em 21/10/2026, o PPC News Feed registrou que os vídeos de fontes aprovadas no Performance Max passaram a vir ligados, e o anunciante precisa desligar se não quiser.
  • O Google diz que a IA busca vídeos em redes sociais, na página de destino e no canal do YouTube vinculado, e adiciona até 10 por grupo de recursos.
  • Os vídeos sobem para um canal do Google com o nome e o logotipo da sua empresa.
  • A campanha precisa ter orçamento diário acima de US$ 5, segundo a página de ajuda do Google.
  • Esta semana: conferir Asset optimization, revisar as fontes e tirar do ar vídeo com oferta vencida.

A notícia de hoje: o Google passa a criar vídeo para sua campanha

Em 21 de outubro de 2026, o PPC News Feed registrou que o Google Ads mudou a regra dos vídeos “sourced” (em tradução livre, vídeos tirados de fontes aprovadas) nas campanhas de Performance Max. Antes, o recurso vinha desligado e o anunciante precisava ativar. Agora o uso automático vem ligado, e quem não quer precisa desligar. A mudança foi notada por Hana Kobzová.

Segundo a página de ajuda do Google, a inteligência artificial procura vídeos em redes sociais, na página de destino da campanha e no canal do YouTube vinculado, e adiciona até 10 deles ao grupo de recursos, junto com os que você enviou. Esses vídeos sobem para um canal do YouTube que pertence ao Google, com o nome e o logotipo da sua empresa, e levam o público para a sua página.

O que o Google diz sobre como funciona

A mesma página de ajuda traz detalhes que o dono da empresa precisa conhecer:

  • a campanha precisa ter orçamento diário acima de US$ 5;
  • os vídeos são renovados de tempos em tempos;
  • se um vídeo é removido de onde estava, como o seu canal no YouTube, ele sai automaticamente do Google Ads;
  • para desligar, abra as configurações da campanha, vá em “Asset optimization”, marque a opção de vídeos sourced e aplique a mudança. Em “Manage sources” você escolhe quais endereços o Google pode usar.

As fontes não informam desde quando a mudança vale para cada conta nem se ela já chegou a todos. Por isso, o caminho seguro é abrir a sua conta e conferir a configuração, em vez de confiar que ela está como estava.

O que muda para a pequena empresa

O ganho é real: quem nunca teve verba para produzir vídeo pode aparecer no YouTube e em outros espaços de vídeo sem gravar nada. O risco também é real: o Google escolhe sozinho o que mostrar sobre o seu negócio, com o seu nome e o seu logotipo.

Painel de análise do YouTube Studio com visualizações, tempo de exibição e duração média por país
Painel de análise de canal no YouTube Studio: é nesse tipo de relatório que aparecem as exibições de vídeo.Foto: Science of Electronics (recorte da captura) · domínio público

Pense numa clínica odontológica com um vídeo antigo no Instagram em que o preço de uma avaliação aparece em promoção já encerrada. Se esse vídeo entrar nas fontes aprovadas, o anúncio pode divulgar uma oferta que a clínica não faz mais. Pense também numa loja de roupas cujo site tem uma página de liquidação do ano passado: o vídeo pode nascer dali. Em setores com regra própria de publicidade, como saúde, direito e contabilidade, o cuidado é maior, porque o anúncio continua sendo responsabilidade de quem anuncia.

O contrário também vale. Uma indústria ou um prestador de serviço que tem vídeos bons de obra, de produto ou de atendimento, mas nunca os usou em anúncio, ganha um canal a mais sem custo de produção. A pergunta certa não é se ligar ou desligar, e sim se o que o Google vai encontrar sobre a sua empresa é o que você quer mostrar.

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O que fazer esta semana

  1. Abra a campanha de Performance Max e confira, em Asset optimization, se a opção de vídeos sourced está ligada.
  2. Revise as fontes em Manage sources: o endereço do seu site, as redes sociais e o canal do YouTube precisam estar atualizados.
  3. Apague ou esconda vídeo antigo com oferta vencida, preço velho ou informação que mudou.
  4. Veja o canal do Google que leva o nome da sua empresa, depois de alguns dias, e confira o que foi publicado.
  5. Envie vídeos próprios. Quando você sobe os seus, o Google tem material melhor para usar e você controla a mensagem.

Se a sua empresa ainda não tem vídeos para isso, vale conhecer a nossa produção audiovisual, e a gestão de tráfego pago acompanha o Performance Max no dia a dia.

Um recado sobre outra novidade de hoje

No mesmo dia, o Search Engine Roundtable noticiou que o Google Ads pode estar liberando um botão para testar mudanças em grupos de recursos como teste A/B. A opção compara títulos, descrições, imagens e vídeos, e trava o grupo enquanto o teste roda. A liberação ainda não está confirmada, mas combina com o assunto: ter vídeos próprios permite testar qual mensagem funciona melhor para o seu cliente.

Fontes

  1. PPC News Feedppcnewsfeed.com
  2. Central de Ajuda do Google Adssupport.google.com
  3. Search Engine Roundtableseroundtable.com

Informações conferidas em 21/10/2026. Fotos: Aliar Marketing (uso próprio); Science of Electronics (recorte da captura) (domínio público).

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Aliar Marketing

Posicionamento de imagem, audiovisual e tráfego pago para pequenas e médias empresas. Produtora e 3 estúdios próprios no 17º andar do Aquarius Center, em Goiânia.

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